INTRODUÇÃO
Imigração. É uma palavra forte, não? Mas na verdade é algo que o homem sempre fez e sempre buscou. É natural, é intrínseco nosso, é uma característica que foi fundamental no desenvolvimento do homem. É até por essa razão que o homem evoluiu, caso contrário, com a primeira falta de recursos em um território, a raça humana teria sido eliminada muitos anos atrás.
Imigrar significa chegar a um outro lugar. Emigrar significa deixar um país, uma cidade, enfim, um território. Toda pessoa quando migra, no começo emigra, e depois imigra.
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COMO ERA ANTIGAMENTE
O homem pré–histórico migrava também, é claro. Ele migrava quando era muito necessário pois naquele tempo, a migração implicava também em risco de vida, devido às incertezas que viriam. Dessa forma, ele migrava quando faltava água, alimento ou quando o clima não era adequado para a sobrevivência. O homem pré–histórico, quando migrava, levava junto toda a família, sua moradia, alimentos, e se locomovia a pé, demorando até meses ou anos para chegar ao destino. Eis a explicação desta rara migração: é fácil de perceber que migrar nestas condições não é algo que se possa fazer todos os finais de semana, certo?
O homem da idade clássica (Romanos, Gregos, entre outras civilizações) também migrava. Nesta fase da evolução da sociedade humana já existiam fronteiras. E, dessa forma, os deslocamentos não eram livres, por outro lado, existiam cidades mais preparadas e, consequentemente, não era mais necessário levar moradia e alimentos, pois estes serviços poderiam ser adquiridos. Os deslocamentos eram feitos com meios de transporte de tração animal e, assim, poderiam ser mais distantes e em menor tempo. No entanto, tinha-se pouca informação sobre o destino porque as pessoas eram na maioria analfabetas, não existia o telefone, internet e correio.
E entre 1700-1930 como era? Esse foi um período de grandes descobertas: luz, telefone, trem, carro, avião, entre outras. Tudo isso facilitou enormemente o processo de migração de um indivíduo. Mas havia ainda um grande problema: a pouca difusão da informação. O correio é ineficaz neste sentido, os livros não eram difundidos e de fácil acesso.
COMO ERA ATÉ POUCO TEMPO
A internet foi um fator decisivo. A revolução deste século. A conexão global. O mundo virou uma aldeia, como na pré–história. Hoje, eu posso saber quanto custa um pão no Japão talvez mais rapidamente que o próprio japonês, que tem que ir até a padaria perguntar.
Onde está o problema, então? Por que a migração continuou difícil, mesmo com a descoberta da internet?
Porque a informação não era concentrada. Achar algo específico era como achar uma agulha em um palheiro.
COMO É HOJE
Não é mais preciso levar comida tampouco moradia.
O deslocamento é mundial, rápido e cômodo. É mais rápido viajar de São Paulo à Milão de avião do que de Curitiba a Brasília de ônibus.
O indivíduo tem a informação disponível e em mínimos detalhes sobre o alvo da migração (clima, idioma, economia).
O duplo cidadão não tem problemas com as fronteiras.
Hoje existe informação concentrada, especializada e atualizada sobre o assunto, e é isto que você encontra neste site - o seu site guia - o instrumento do imigrante - a chave do sucesso.
Como será a migração para um outro planeta?
Vamos ter de levar comida, moradia, família e oxigênio. Demoraremos anos para chegar a um lugar inóspito e desconhecido. Vamos correr até risco de vida. Parece uma história que já foi contada neste texto, não? A vida é assim, em ciclos, o fim na verdade é só um outro começo.
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