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QUEM VIAJOU E RECONHECEU


Aline, 28 anos, solteira

Viajei à Perugia em junho de 2006, tinha comprado o guia do Pedro alguns meses antes. Tudo foi bem sofrido, mas no final deu tudo certo. Não deu tempo de me preparar muito bem, não conhecia bem o italiano, tive dificuldades para encontrar moradia, mas o importante é que em questão de algumas semanas já tinha dado entrada no processo. Demorou para sair a residência, acho que foi um mês, um mês e meio. Depois tudo foi tão rápido, já veio a resposta do consulado e lá por novembro já era cidadã italiana. Recomendo para todos reconhecerem a cidadania na Itália, é uma aventura mas vale a pena. Não deixem de comprar o manual do Pedro que sem ele teria sido muito pior. Hoje vivo em Londres, estou super feliz, tenho um emprego bacana e de vez em quando vou visitar meus pais no Brasil. Abraços, bjs.


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Leonardo, 24 anos, solteiro

Oi pessoal, a minha viagem foi muito tranquila. Eu já me preparava e estudava o processo fazia um tempão. Fiz uma correria para conseguir todos os documentos do meu bisa, então quando consegui a certidão fiquei louco e queria logo a cidadania. Vi pelo site minhaitalia que dava para fazer direto na Itália e não pensei duas vezes. Comprei o guia volume 2 lá pelo início de 2007, vi que algumas coisas tinham mudado no processo, esperei a poeira abaixar, viajei então quando o Pedro falou que já estava tudo ok, lá por agosto de 2007. Não acreditei quando assinei minha cidadania em dezembro. Fui para Florença apesar de não ser um bom comune foi muito rápido. Aproveitei para dar uma viajada. Voltei pro Brasil e agora penso em fazer uma pós depois na Itália, ainda estou pensando aonde. Valeu, gente. Obrigado Pedro pela força, espero que você continue ajudando os descendentes que sempre precisam de tanta informação. Abração.


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Felipe, 36 anos, casado

Imigrei aqui para a Itália há 2 anos, sou casado e tenho duas filhas. Eu tinha um emprego razoável no Brasil mas desejava um futuro melhor para as minhas meninas. Pesquisei na net por muito tempo sobre as possibilidades que tinha na Europa e vi que poderia viver na Itália reconhecendo a cidadania. Troquei muitos emails com o Pedro e resolvi comprar seu manual. Posso dizer que foi de grande ajuda, principalmente porque eu não tinha a menor idéia de como proceder, se viajar com a família toda, ou ir sozinho antes. Pensamos bastante e fui antes para conseguir uma casa e já dar entrada no processo. Agora quando eu lembro de tudo, fico aliviado que acabou, mas durante os primeiros meses foi bem difícil. Tive dificuldades no obtenção do permesso di soggiorno, que até parece que não existe mais! Meu Deus, que burocracia. O processo demorou quatro meses, desde meu primeiro passo na Itália até o passaporte italiano. Na época parecia uma eternidade. Depois minha mulher e as meninas vieram me encontrar com tudo já organizado. Matriculei elas na escola pública que por sinal é bem boa. Meu emprego é legal, tenho carteira assinada, ganho razoavelmente bem, e está valendo a experiência. Talvez não fiquemos por toda a vida aqui, mas tenho certeza que onde estivermos seremos felizes. Pedro, pode contar sempre comigo quando precisar de algo aqui da velha bota, ok? Espero que você continue sempre com seu trabalho, que foi muito útil para mim quando precisei. Até mais.


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Marta, 25 anos, solteira

Moro em Londres já faz mais de 7 anos, e depois do 11 de setembro a barra ficou pesada pra gente que não tem os papéis. Estava ficando agoniada, todo dia pensava se era hoje que iam me pegar. Paguei para um advogado conseguir meus documentos do ancestral. Conseguiu tudo em alguns meses. Aí então vi que dava para tirar a cidadania nas comune da Itália. Achei o site minhaitalia, comprei o guia do Pedro aqui de Londres. Foi tudo durante 2005 e 2006. Acho que fiz três viagens para a Itália, porque não podia largar meu emprego. No final das contas correu tudo bem, apesar de alguns contratempos. Hoje parece que o processo melhor, a lei mudou e está mais rápido. Mas eu esperei 7 meses até o fim, acho que Bolonha é lugar ruim para dar entrada, sei lá também. Nossa, agora com o passaporte roxo mudou tudo. Posso ir e vir, acho emprego mais fácil e ando de cabeça erguida pelas ruas. Té mais.






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